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Oque é SEO?

SEO é a sigla de Search Engine Optimization (otimização de mecanismos de busca) e é o conjunto de técnicas usadas, geralmente divididas entre tecnologia, conteúdo e autoridade, para alcançar bom posicionamento de páginas de um site no Google e em outros buscadores, gerando tráfego orgânico.

O que é SEO?

Todas as empresas e pessoas que possuem um site compartilham um objetivo em comum: fazer com que mais pessoas cheguem até ele. O site é a porta de entrada para qualquer negócio hoje em dia, o que aumentou e muito a importância de trabalhar o SEO em cada página.

Ah, você já tinha ouvido falar dessa sigla? Note que ela é diferente de CEO ein! Se ainda não conhecia ela e chegou até aqui, certamente já ouviu falar do Google, certo? Toda vez que uma página é publicada na internet, os buscadores – e o Google é o principal – procuram indexá-la para que seja encontrada por quem a procura pelo assunto que ela fala.

Mas existem milhares de páginas sendo publicadas todos os dias na internet, não é mesmo? E é justamente isso que faz a concorrência ser tão grande para aparecer nas primeiras posições de uma pesquisa.

Afinal, como fazer para uma página aparecer na frente das outras?

É aí que entra o trabalho de SEO (Search Engine Optimization). Como a própria tradução sugere, SEO é uma otimização para os motores de busca, um conjunto de técnicas que influenciam os algoritmos dos buscadores a definirem o ranking de uma página para determinada palavra-chave que foi pesquisada.

História do SEO

Em 1993 surgiu o Architext, considerado o primeiro buscador da internet (que se tornou o Excite). Com o sucesso, novos sites semelhantes surgiram, como Yahoo! (1994) e, finalmente, o Google (1997).

Fundado por Larry Page e Sergey Brin, o Google foi criado para ser uma ferramenta de busca de larga escala e “organizar a internet”, usando a estrutura de links para determinar a relevância das páginas de acordo com a busca do usuário, ideia inspirada no meio acadêmico: um artigo ou pesquisa científica que recebe citações de revistas e artigos de outros autores, principalmente os que têm melhor reputação, são considerados mais confiáveis.

Seguindo essa lógica, foi desenvolvido o revolucionário PageRank: uma métrica de 0 a 10, criada por Larry Page e calculada pela quantidade e qualidade de links recebidos.

De acordo com este post do Search Engine Land, também foi em 1997 que o termo SEO foi mencionado pela primeira vez, no livro Net Results, escrito por Bob Heyman, Leland Harden e Rick Bruner. Segundo eles, o termo surgiu em uma discussão sobre o posicionamento do site da banda Jefferson Starship em sites de busca.

Ao incluírem mais palavras-chave com o nome da banda no conteúdo do site, notaram que o site voltou para a primeira posição. Com isso, Bob e Leland chamaram essa técnica de Search Engine Optimization.

Só que existe um asterisco nessa história: em abril de 2008, Jason Gambert deu entrada com um processo no escritório de marcas para patentear o termo SEO. Ele disse que tinha sido ele a falar o termo pela primeira vez, em 2007. Só que, como vimos, houve o caso da banda, que aconteceu uma década antes. Mesmo assim ele quis tentar e quase conseguiu.

A questão é que Rhea Drysdale, uma jovem de 25 anos que trabalhava com SEO desde 2004, junto com uma advogada chamada Cheryl Meide, moveram mundos e fundos para fazer com que Jason perdesse. Foram mais de US$ 17 mil do seu próprio dinheiro para custear as audiências e 2 anos para conseguir vencer e impedir que Jason ficasse com o registro.

Mudanças com a popularização do Google

Até a popularização do Google, as ações de SEO se limitavam ao envio do site aos buscadores e otimizações on-page, como a inclusão (e repetição) de palavras-chave no conteúdo.

Já com a popularização do Google, os profissionais de SEO começaram a olhar mais para a métrica de links, muito importante para o buscador.

Foi assim que surgiram as estratégias de link building, explorando tanto técnicas legítimas para obtenção de links quanto práticas mais obscuras, focadas somente em melhorar a avaliação do site, independentemente da qualidade.

Essas técnicas de manipulação do ranking, que englobavam tanto essas práticas de troca de links mediante um pagamento junto com outras, como o uso de conteúdo oculto e conteúdo duplicado nas páginas, ficaram conhecidas como Black Hat SEO (acesse o post completo sobre o tema para conhecer quais eram as principais técnicas).

ATENÇÃOhoje essas técnicas são vistas como prejudiciais para qualquer página na internet já que o algoritmo do Google consegue identificar quando são utilizadas. Por isso, use a lista para entender o que NÃO fazer.

Foi em 2000 também que a Google Toolbar foi lançada para o Internet Explorer, que apresentava o PageRank dos sites, de 0 a 10. Isso tornou as técnicas de link building mais mensuráveis e populares.

No mesmo ano, os resultados orgânicos do Google receberam companhia: oGoogle Ads foi lançado, incluindo resultados patrocinados, que permanecem nos resultados de pesquisa até hoje.

Diferença de resultados pagos para resultados orgânicos no Google

Os anúncios pagos são os primeiros que aparecem nos resultados de busca do Google e de outras ferramentas de pesquisa.

Primeira atualização do algoritmo do Google mudou o SEO

Após anos de otimizações de sites, geração de links e muita manipulação do ranking com técnicas Black Hat, em 2003 foi lançada a primeira grande atualização do seu algoritmo, chamada de Florida, que mudou o SEO para sempre.

Segundo Gord Hotchkiss, o Florida era um filtro aplicado nas pesquisas com base comercial, identificadas pelo uso de palavras-chave específicas. Ele limpava muitos dos sites que anteriormente preenchiam o ranking. Em vários testes, a ferramenta removeu 50 a 98% dos sites listados anteriormente.

O alvo eram sites afiliados, com domínios que continham palavras-chave e com uma rede de links apontando para a página inicial do site.

Quando lançada, a atualização gerou revolta nos comerciantes, que tinham nos sites afiliados sua principal fonte de tráfego (e vendas).

Apesar do impacto da atualização, os resultados foram positivos, com sites de mais qualidade sendo lançados, varejistas investindo mais no próprio site e melhorando os resultados da pesquisa.

Essa foi apenas a primeira atualização do Google. Nos anos seguintes novas atualizações foram lançadas, sempre com objetivo de diminuir os resultados ilegítimos apresentados pelo buscador e melhorar a qualidade das buscas.

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